Meliponario 01 Ab. Jatai, Mandurin, Mirin.

Meliponario 01 Ab. Jatai,  Mandurin, Mirin.
Meliponário Localizado em Saltinho Interio Mafra Santa Catarina.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

 ABELHA MIRIN GUAÇÚ AMARELA

Nome Científico =PLEBEIA REMOTA RUFIS=


BREVE MAIS CONTEÚDO.

Nome Popular: Mirim guaçú amarela
Nome Científico: Plebeia Remota Rufis









ABELHA TATAIRA.
OU CAGA FOGO.
Nome Científico: Oxytrigona tataira tataira (Smith, 1863).
Grupo: Trigona.
A tataíra (Oxytrigona tataira) pertence ao grupo das trigonas, é uma abelha social, da subfamília dos



Possui cerca de 5,5 mm de comprimento, cabeça e abdome ferrugíneos e o restante do corpo preto.


É uma espécie muito agressiva quando é mexido no interior de seu ninho, e seu nome se deve ao fato de que, segrega um líquido cáustico de suas mandíbulas, que causa queimaduras au intruso.

Também é conhecida pelos nomes de abelha-caga fogo, barra-fogo, bota fogo, e mija-fogo.

Seu nome é do idioma indígena e significa (Caga-fogo ).


Esta abelha produz o seu mel e pólem em copos separados por conteúdo, mas misturados entre si, causando dificuldade ao colher, O meliponicultor tem que ter esperiência para fazer este trabalho e usar equipamento de proteção.

 
Atualmente já foi encontrada nos seguintes estados:

Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Goiais, Bahia, Minas Gerais e Espirito Santo.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Abelhas que anda no chão como formiga

= ABELHA QUE ANDA NO CHÃO COMO FORMIGA =
Pesquisadores americanos anunciaram que um tipo raro de abelhão, habitante da floresta Amazônica no Peru, além de voar, anda no chão.
Encontrada ás margens do rio Tambopoata mora em ninhos, em vez de colmeias, feitos de folhas e pedaços de raízes.

A colônia estudada tinha cerca de 350 operárias e uma única rainha. Enquanto parte delas saia durante o dia para escolher o pólen das flores,outras 35 ficavam encarregadas de abrir caminho no solo, em busca do material para a construção da colônia.
Em trilhas de até 2 metrosde comprimento os abelhões andarilhos vão e vêm, parando apenas para investigar se há material útil pelo caminho. O ninho crescia 2,8 milímetros por dia.

terça-feira, 27 de outubro de 2009



= MEL AB. NATIVA X AB. APIS =
Menos adocicado, o mel de Meliponíneas tem um toque ácido que torna seu sabor especial.
A composição físico-química, de fato, é diferente. O mel das abelhas indígenas é bem mais úmido e mais ácido do que da Apis mellifera. Diz Paulo Nogueira-Neto, 87, professor titular emérito da USP e um dos maiores especialistas em abelhas indígenas sem ferrão.
Hoje, só há mel da abelha africana. Praticamente não existe mais europeia aqui. A Apis produz mais, mas o mel das indígenas vale dez vezes mais, porque tem um gosto diferente e possui mais antibióticos. Isso foi constatado pelo Instituto Adolfo Lutz.
Na tabela de parâmetros para o controle de qualidade do mel, a umidade exigida para a Apis é de, no máximo, 20% As indígenas chegam a 35%. E é necessário um mínimo de açúcares redutores: 65% na Apis, Nas Meliponíneas é de 50%.
Esses índices influenciam a vida do mel. A concentração maior de água favorece a fermentação, diminuindo a vida útil.
Muitos identificam fermentação com algo necessariamente ruim, Diz o diretor da Amigos da Terra. Para mim, é exatamente a coisa extraordinária do mel de abelha nativa, porque isso proporciona um leque de usos em cada estágio."
O chef Alex Atala, do D.O.M., já usou mel de jataí em seu menu-degustação, sobre uma sardinha grelhada. São méis de notas particulares e complexas.
     Se o que difere o mel das abelhas indígenas, além do sabor, é a umidade, há produtores que optam pela desumidificação. Foi a orientação que muitos receberam de órgãos públicos, até de governos estaduais, diz Smeraldi.
Ou seja, para o índio ser chamado gente, tem de pintar a pele dele e fazê-lo mais branquinho. É essa a resposta simplista inicial.
Você admite a diversidade desde que o mel se torne próximo do outro. Ele não pode ser como é.
Isto é lamentável.



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  CRIAR ABELHAS SEM FERRÃO DA RETORNO FINANCEIRO E É UMA TERAPIA     

As abelhas nativas não possuem ferrão, e por isso são chamadas de mansas. Resulta daí que ela não leva medo às pessoas que querem iniciar a atividade, podendo ser feita tanto por adolescentes quanto por adultos e idosos. Elas são mais fáceis de ser trabalhadas e podem ser criadas perto da casa.

A proposta de trabalhar com abelhas sem ferrão tem como referência sua importância na preservação de sua espécie e na flora nativa. Ela se destaca quanto ambientalmente e econômicamente.

É imprescindível para a polinização de diversas espécies nativas. De 40% a 90 % das espécies nativas são polinizadas por abelhas melíponas. Elas são mais eficientes na polinização do que as abelhas “européias”. Elas também são adaptadas a condições de estresse, com consumo reduzido de água, o que as torna apropriadas também para criar em regiões seca.

O mel dessas abelhas é “mais medicinal” em função da concentração de um antibiótico natural (inibina) ser mais elevada e de visitar diversas plantas nativas para coleta de pólen. A geoprópolis também tem uma ação medicinal maior que o da “européia” pois alia o poder da própolis com o da argila.

custo inicial de instalação é baixo, pois só necessita das caixas para abrigo, e na compra de enxames.

De forma geral, o preço de seus produtos (o mel e a geoprópolis) tem uma boa cotação no mercado, podendo ser comercializado localmente quanto exportado.

 

Treis receitas principais poderão ser retiradas da meliponicultura: a venda do mel, que tanto regionalmente quanto nos grandes centros tem grande aceitação, com o preço do mel bem elevado em relação ao mel da api, esta em torno de 50,00 o litro. Outra fonte de receita é o aproveitamento da geoprópolis, que pode ser usada como fitofármaco tanto para o autoconsumo quanto para a venda in natura ou transformada em extrato, e o Pólen que contem os elementos principais da vida.


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=ABELHAS INDÍGENAS=
Existe mais de 300 espécias conhecidas de  abelhas nativas sem ferrão, e são distribuídas na Zona Tropical e Subtropical, nas Américas do Sul e Central, mais Malásia, Índia, Indonésia, África e Austrália.
qq

As abelhas nativas são conhecidas no meio científico como Meliponíneos. Pertencem à ordem Hymenóptera, à sub-família Meliponinae, agrupadas em três tribos: Meliponini, Trigonini e Lestrimelitini.

As abelhas sem ferrão brasileiras constituem-se nos polinizadores principais de 90% das flores brasileiras, algumas das quais dependem exclusivamente destes insetos. As espécies possuem tamanhos, formas, coloração e hábitos os mais diversos. Dependendo de cada espécie, os ninhos contém de 300 a 80.000 indivíduos.

O principal interesse pela criação de abelhas sem ferrão está no prazer que o manejo diário proporciona ao homem e sua família, uma vez que esta atividade não representa qualquer risco de acidentes com enxames. É a natureza, e indiretamente o homem, os que mais lucram com os efeitos da criação e preservação destas abelhas, devido aos serviços de coleta de pólen das flores prestados pelas campeiras.

Ao se movimentar sobre as flores em busca do pólen, as abelhas promovem a fertilização das plantas, assegurando a sua multiplicação e perpetuação. Grande parte dos vegetais presentes no Brasil dependem exclusivamente da polinização realizada por estas espécies de abelhas sem ferrão. Daí a grande importância de se preservar estas abelhas, evitando-se o desmatamento desordenado, as queimadas, o uso indiscriminado de agrotóxicos e o extrativismo do mel.

Como muitas dessas espécies produzem mel saboroso, é muito grande a procura pelos próprios meleiros, que retiram o mel destruindo a colméia, assim contribuindo para a extinção dessas abelhas em algumas regiões.  A criação dessas abelhas e a sua exploração racional podem contribuir para a preservação das espécies e dar ao meliponicultor oportunidade de obter mel.

As abelhas sem ferrão, assim chamadas por apresentarem este instrumento de defesa atrofiado, são verdadeiramente insetos sociais. As colônias possuem uma rainha-mãe, várias gerações de operárias, além dos machos dependendo da condição geral da população.

Geralmente, encontramos machos nas épocas onde existe bastante alimento e presença de células reais, sinal que haverá em breve fecundação de rainhas virgens. Os machos são menores e não possuem corbícula, existente nas patas traseiras das operárias, responsáveis pela coleta de pólen das flores.

As operárias de meliponíneos vivem, em média, 30 a 40 dias e são quase brancas ao saírem dos favos, escurecendo com o passar do tempo. Na vida adulta, desempenham diversas funções no ninho, seguindo normalmente a seguinte ordem: faxineiras - nutrizes - arquitetas - ventiladoras - guardas - campeiras.

A rainha, quando fecundada, apresenta o ventre bem dilatado, podendo ser localizada facilmente a olho nu. Normalmente, habita a área de cria, circulando por entre os favos. Existem poucos relatos de fuga de meliponíneos, devido à impossibilidade de vôo da rainha fecundada.

Elas constroem seus ninhos em ocos de árvores, cupinzeiros e formigueiros abandonados, e nos mais variados locais onde encontram espaço e segurança suficientes para o desenvolvimento da colônia (postes, paredes, muros, caixas de força, armários, pedreiras, etc.).

Na elaboração dos ninhos, as abelhas utilizam diversos materiais de construção tais como a cera pura, o cerume (mistura de cera + própolis) ou ainda o batume (própolis + barro), destinados à delimitação do espaço. Algumas espécies usam cadáveres e excremento para construir suas moradias, como já observado em Jandaíra, Uruçu e Irapuá.

Dentro dos ninhos, elas guardam mel e pólen em potes ovalados de cerume. Eles ficam localizados próximos aos favos de cria, dependendo do espaço disponível na colônia. Os favos de cria são normalmente dispostos em forma de discos empilhados, sendo que algumas espécies apresentam favos em forma espiral e em cachos. Várias espécies envolvem a área de cria com uma capa folheada de cerume (invólucro), para proteger larvas e abelhas mais jovens das variações da temperatura.

No Brasil, existem mais de 300 espécies de abelhas sem ferrão, divididas em Meliponas e Trigonas. Através de algumas características gerais podemos distinguir esses dois grupos.

Os representantes mais populares são a jataí (Tetragonisca angustula), uruçu (Melipona scutellaris), tiúba (Melipona compressipes), jandaíra (Melipona subnitida), borá (Tetragona clavipes), mandaçaia (Melipona quadrifasciata), etc.

Seus ninhos são um espetáculo a parte de arquitetura e organização. Geralmente se alojam em cavidades de tamanhos adequados as quais elas acabam de acondicionar com barro, cera e resina. Estas cavidades podem ser ocos de velhas árvores, cipós ou bambus, em ninhos (abandonados ou não) de aves, cupins e formigas e até tijolos ocos, frestas nas paredes, cabaças, panelas. Os ninhos mais fáceis de ver são das espécies que constróem sobre as árvores, e que podem chegar a ter , pode criarmais de 100.000 indivíduos, como o da famosa irapuá (Trigona spinipes).

A entrada (muito variável conforme a espécie) nos conduz a um mundo fantástico, construído basicamente de uma mistura da cera secretada no dorso das abelhas e resina coletada de plantas (o própolis). Esta combinação chamada de cerume não é casual, pois unem-se as características de maleabilidade e isolamento térmico da cera com o poder antibiótico das resinas. Este material é manipulado incessantemente por operárias para a construção de colunas, potes de pólen e mel, lâminas de isolamento térmico e as células de cria.

A organização social destas abelhas apresenta assim muitas peculiaridades que são desafios científicos:

Muitas espécies produzem um mel de excelente qualidade - incluindo-se alguns dos quais a medicina popular atribui qualidades terapêuticas;

A criação de abelhas sem ferrão é muito fácil pode ter até na cidade. A docilidade da maioria das espécies e seu comportamento fascinante as tornam um excelente material lúdico para os adultos e um instrumento de educação ambiental para as crianças;

    * seu papel chave nos ecossistemas dificilmente é apreciado na sua plenitude. As abelhas campeiras, ao coletar o néctar e o pólen, visitam quase todo tipo de arbustos e árvores com flores, servindo assim de agentes polinizadores nas matas e plantações.

Para que estes seres tão benéficos para os ecossistemas tropicais e para o próprio homem continuem existindo temos que tomar medidas, que aliás são as que todos já conhecemos, e que não ajudam só às abelhas, mas a muitas outras espécies.  

terça-feira, 20 de outubro de 2009


Neste Sapopema, com mais de 2 m de diámetro, Tem um ninho de Abelha Indígena.

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